Os protestos têm que chegar às urnas, mas e as boas opções de políticos, onde estão… Ou melhor: como virão?

Imagem divulgada no Facebook, acerca dos protestos ocorridos nesta
semana que demonstram a insatisfação geral com a atual política brasileira.

Algumas pessoas estão corretamente reclamando que mesmo que façamos os protestos valerem nas urnas, vivemos uma crise política, no sentido de estarmos sem opções de bons políticos para elegermos. 

Mas na verdade nós, como coletivo – e ao longo dos anos -, é que plantamos a crise: vendendo votos, fazendo conchavos com políticos, não protestando, aceitando as coisas como vinham, roubando o governo, dando jeitinho para receber o que não tínhamos direito de verba pública, sendo desonestos, trocando valores morais pelo vil metal… e estamos colhendo. Não é difícil de ver e entender. Isso é produto da sociedade – que tem piorado a cada dia – e, por óbvio, refletido no culminar dessa crise na política. Que nunca foi boa, mas agora vivemos o seguinte: em quem votar?
Um amigo meu disse: vamos votar em branco… mas e dai?? Vai ter que ter outra eleição e vamos ter que votar em alguém. 
Precisamos de sangue novo, de gente nova e de caráter que se escale para a política, dos “vocacionados”, mas… o povo não quer caráter, só que dinheiro! E, quando vota e elege, vai colocar lá alguém dessa mesma massa, que só vai querer dinheiro, e será corrupto. Só se planta o desejo do dinheiro? Vai-se colher o que??? 
Estamos vivendo uma necessidade de mudança GERAL: governo e governados. O país do jeitinho, do debaixo do tapete, da vantagem pessoal em prejuízo da alheia está apenas num momento de colheita. Ela sempre chega.
Alguém vai dizer: “Ah, mas eu não faço isso.”
1) Tem gente que diz que não faz, e paga de certinho, mas quando tem oportunidade, faz – ou pelo menos fez (semeou): “ah, tem que ser esperto”.
2) Os que de fato não fazem, infelizmente colhem junto. Embora Deus seja misericordioso e atua em cada vida individualmente a fim de trabalhar a questão com justiça. Mas, todos passamos pelos dissabores.
É um EXCELENTE momento para o povo refletir: em troca de uma vantagem imediata, plantam uma semente que colhem depois… só que ela é maior (todo fruto é maior do que a semente) em prejuízo do que da vantagem imediata.
É… alguém quer ir à rua protestando contra o próprio povo? Bom, toda essa bandidagem política veio… do meio do povo, é a mesma substância. Claro: chega em Brasília recebe fermento – isso não deve deixar de ser dito. 
O processo só será melhor se melhorar o povo, então este promoverá bons representantes para si. Mas é sem o chazinho do “politicamente correto”, com português polidinho e frases enlatadas.
É com valores morais incutidos dentro da família (aliás, é defender a existência das famílias), é o exemplo dado, é o dizer NÃO ao que é errado, é o casamento valorizado, é o professor valorizado, é não à erotização que descarrila as pessoas do eixo do que é decente. As pessoas dizem “ah, mas eu sei lidar com isso” (até porque hoje todo mundo “é o bom”, né?), mas a verdade é que as pessoas se descontrolam, sujam suas mentes e emoções, e seguem-se as ações que vemos por ai. É o mesmo se dá com o amor pelo dinheiro.
Temos a muita vaidade, muitos não dão conta de viver essa utopia imposta e ficam com a frustração. Não são poucos os que deixaram de afogar as mágoas na bebida, para tentar inalar ou injetar alguma “salvação”… é, as drogas. Mas, o álcool tá pegando feio… como os jovens estão bebendo! Ah… mas isso é normal, tudo pode, não é assim não, que é isso, somos responsáveis… Ok, só que há colheita.
Para mudar isso, certamente precisamos de ajuda do alto. O Estado é laico, mas não incrédulo, e deve acreditar que há alguém mais forte e poderoso que isso tudo – e que pode intervir.
“É só estudar”, alguns dirão. Bom, se fosse assim nenhuma nação rica e de boa instrução teria problemas. “Ah, então você está dizendo que não é para estudar, para você as pessoas não devem estudar e ficar burras”? Hehehe… sempre tem um engraçadinho (que talvez ria de sua própria ignorância). É claro que TEMOS que estudar… como vai-se fazer democracia sem esclarecimento???? Acredito que é um pressuposto. Sim, pois como o povo vai opinar se não sabe formar opinião?? Então, o estudo é condição sine qua non para a democracia, mas não é toda a força de que ela precisa.
Precisamos de Deus para nos ajudar. Não é “feio”, nem “medíocre”, nem “burrice” buscar a Deus. Acho tolas essas opiniões, obtusas, frustradas, limitadas e tapadas. Pense e creia, e seja o ser humano completo que você foi criado para ser.
Ah… ai sim, isso (tudo) influencia nas eleições: 
1) em quem se levanta do meio do povo para o labor político
2) em quem se aproxima das urnas para votar.
Pense nisso.
Leandro Hüttl Dias

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