GRANDES projetos, mas sem DEUS (Julio Oliveira Sanches)

Torre de Babel

Na vida diária temos muitos detalhes que fazem a diferença para os sucessos que desejamos (no sentido de objetivos serem atingidos). Escrevendo para O Jornal Batista (Ano CXIII, Edição 10), o pastor Julio Oliveira Sanches comentou acerca de grandes projetos que essa era tem feito, mas excluindo Deus, e, portanto, as consequencias colhidas. Preste muita atenção nas suas colocações, pois foi exatamente o que me fez escolher este artigo para a semana. Os destaques são meus. Confira na íntegra abaixo:


Faz parte da natureza corrompida pelo pecado “sonhar” grandes projetos para Deus, mas sem respaldo da aprovação divina. Uma tentativa de comprar os favores divinos e compensar os pecados não confessados e não perdoados. Deus não é consultado, tampouco participa da elaboração e execução das megalomanias humanas. O nome de Deus é citado como fetiche aprovador das maluquices humanas. Cabe a Deus dar a aprovação final com suas bênçãos para que o sucesso alimente os egos desequilibrados dos que participam e elaboram os grandes empreendimentos.

Deus sempre se recusa a ser usado pela “inteligência” humana. Em alguns casos Deus interfere para levar à falência e ao desastre as realizações humanas.

Os construtores da torre de Babel projetavam tocar os céus. Não conseguiram. Foram dispersos e a confusão permanece como lição até hoje. No deserto os israelitas rejeitaram o relatório dos espias fiéis ao Senhor. Resolveram depois conquistar a Terra prometida na base da espada, sem a presença de Deus. Foram vergonhosamente derrotados (Núm. 14.40-45). O projeto divino era diferente, não passava pelas mancomunações humanas.

Quando Hitler tentou construir um império com a raça perfeita, segundo seu agir tresloucado e demoníaco, recebeu apoio e aprovação inicial da Igreja. Embora estimulado por líderes de diferentes correntes políticas, não recebeu a aprovação divina. A História se encarregou de registrar até que ponto pode chegar o desvario humano, sedento de poder. Em nome de Deus crimes, os mais hediondos, foram praticados. Vidas inocentes sofreram e foram exterminadas nos campos de concentrações. As feridas deixadas têm consequências irreversíveis, cujas feridas o tempo não consegue eliminar. Nem todos os grandes empreendimentos humanos passam pelo crivo da aprovação divina.

Ao retirar a Bíblia das escolas e proibir falar de Jesus aos alunos, os EEUU tinham como meta a construção de uma sociedade livre, perfeita, onde cada criança não receberia a influência do Cristianismo. Não foi preciso um século para iniciar a colheita. Os massacres nas escolas comprovam que Deus não foi consultado e tampouco pôs sua assinatura nas Leis que pretendem edificar uma sociedade justa, mas sem Deus. Retira-se Deus e abre-se a lacuna que o Diabo preenche. É a parábola da casa vazia contada por Jesus (Luc. 11).

O Brasil de hoje segue o mesmo caminho. Ações para que se retire o nome de Deus das cédulas do real. Projetos de leis que tramitam no Congresso contra a família instituída por Deus. A retirada do nome pai e mãe nos registros de nascimento. O casamento entre pessoas do mesmo sexo, em nome da liberdade libertina e muitas outras iniciativas que visam solapar o que resta da dignidade das pessoas e da família, dizem-nos que os grandes projetos do inimigo têm um alvo: eliminar Deus da mente humana. Infelizmente tudo feito com a provação e votos dos salvos.

O pecado gerou transtornos em todas as ações humanas. A inversão de valores faz desta sociedade uma fonte permanente de pessoas infelizes e desajustadas. Todos anseiam por mudanças, mas não sabem como modificar o que está ocorrendo. Até mesmo nas Igrejas encontramos salvos insatisfeitos com a mensagem, com os resultados obtidos, com a desarmonia espiritual no seio do rebanho. Surgem, então, os projetos de novas Igrejas, novas comunidades que continuarão insatisfeitas, pois alijaram Deus de suas decisões. Quem não consegue conviver com o grupo de origem, jamais conviverá com outros desconhecidos.

Continuará insatisfeito, crendo que o problema sempre está no outro. Alguém mais afoito “recebe” uma revelação especial. Um GRANDE PROJETO nunca sonhado por míseros mortais. Apoiado por líderes desequilibrados dividem a Igreja. Separam famílias. Geram inimizades. Contribuem para que os “fracos” na fé se desviem dos caminhos do Senhor. Os filhos dos salvos se perdem e desistem de servir a Deus. Em sua sagacidade Satanás inocula no coração do salvo a mentira de que todos na Igreja são hereges, mentirosos, fariseus hipócritas, sepulcros caiados. O veneno maligno leva o salvo a decidir que a única coisa que lhe resta é cultuar a “Deus” em casa, sem se imiscuir com “salvos” hipócritas. A gargalhada diabólica ressoa no ar, envolve a Cidade e as demais Igrejas. Ao afastar o salvo do convívio com os demais irmãos o grande projeto de Satanás ganha terreno para frutificar.

Tudo começa com “um grande projeto” em que o Espírito Santo não foi sondado e tampouco convidado a participar. “Grandes projetos”, mas sem a presença de Deus, para a alegria do inimigo. Enquanto o ódio cresce o amor que devia prevalecer na vida do rebanho fenece. Cuidado com projetos que excluem a ação do Espírito Santo e gera divisão entre irmãos [www.pastorjuliosanches.org].



A questão de “retirar Deus das mentes humanas” deve ser visto com muito cuidado. O progresso em tudo é necessário, em todas as áreas, até na Igreja e na Teologia. O problema é quando esses projetos vêm sem Deus.

Pense nisso.

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