Escravas da pornografia

A pornografia, com seus tentáculos, também tem feito muitas mulheres prisioneiras nos dias de hoje. Segundo  publicou um site de notícias, mencionando um dado do jornal britânico Daily Mail, as vendas de romances  eróticos cresceram 30%, especialmente nas versões digitais. Uma editora britânica, especializada em vendas online, afirmou que as vendas de contos eróticos, para tablets, cresce de forma vertiginosa, exclusivamente por leitores do sexo feminino. Segundo reportagem de VEJA publicada há alguns anos, o consumo de pornografia entre mulheres corresponde a 40%.
Um livro bom que trata das implicações da pornografia no indivíduo, na família e na sociedade, cujo título é “Pornificados”, escrito pela jornalista Pamela Paul (Editora Cultrix), afirma que, enquanto o homem tem atração para a pornografia pesada, com imagens de mulheres nuas e de relações sexuais, as mulheres preferem ao erotismo, em forma, por exemplo, de contos eróticos ou de filmes onde o erotismo e o romance
se mesclam. 
A notícia publicada pelo site de notícias e os estudo de Pamela Paul confirmam o que Shannon Ethridge, no seu excelente livro “A batalha de toda mulher” (Editora Mundo Cristão), escreveu sobre o problema de vício sexual entre as mulheres. Shannon Ethridge afirma: “Homens e mulheres lutam de formas diferentes quando se trata de integridade sexual. Enquanto a batalha do homem começa com o que ele absorve com os olhos, a da mulher tem início no coração e nos pensamentos”. Ainda aproveitando o pensamento de Ethridge, enquanto a batalha do homem na luta contra a pornografia começa no olhar, a batalha da mulher para não se tornar escrava de pornografia, começa no coração, no emocional.
Enquanto, a pornografia dirigida a homens, já na capa de um DVD há uma imagem de uma cena explícita, na pornografia para alcançar as mulheres não há cenas de sexo, mas geralmente uma foto romântica. Enquanto nos filmes para homens, não há um enredo, apenas cenas de sexo, para as mulheres se valoriza mais as cenas de sexo de forma implícita onde o romantismo e uma história erótica se fazem presentes. Em nosso trabalho com famílias temos ouvido histórias de dependência de pornografia na vida de mulheres crentes. É claro que as histórias envolvendo homens é bem maior. O que fazer para não se tornar escrava de pornografia? Sem desejar transformar os pontos abaixo numa “receita de bolo” apresento algumas atitudes que podem afastar a leitora de pornografia.
Busque a santidade de Deus – A santidade de Deus mantém homens e mulheres afastados de qualquer tipo de pornografia (1Tes 4.3). 
Coloque cercas nos meios de comunicação que possam levá-las à pornografia – Decida não acessar sites, ler livros, revistas ou ver filmes com contos eróticos. Muitas revistas, como Marie Claire e Nova, estão cheias de contos eróticos e devem ser evitadas, mesmo que no consultório médico o atendimento esteja super atrasado. 
Lembre-se dos três “Rs” – Shannon Ethridge recomenda: Resista à tentação na porta, Redirecione os pensamentos tentadores para coisas provadas por Deus e Renove sua mente. 
Fonte: O Jornal Batista – Ano CXII – Edição 16 – Domingo, 15.04.2012 (CBB).


Meu comentário:


Acredito que isso deva piorar. Satanás só está começando assim com as mulheres, mas o alvo é caírem na prostituição pesada mesmo. Ele começa de leve com todo mundo, para depois afundar; como fez e está fazendo com as próprias mulheres na cultura moderna, que já estão vivendo sem moral.
Este mesmo jornal Batista trás a campanha, já em ação, de 100 dias de oração pelo Brasil, para trazer luz ao povo da nossa nação. Se tiver interesse, visite o hotsite: http://www.sejaluz.com/

Um comentário em “Escravas da pornografia

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  1. Olá, Leandro.

    As mulheres tem ocupado cada vez mais uma posição ativa na sociedade, mas era exatamente a atividade passiva das mulheres que ajudava a sociedade a manter a moral. Esta posição de vanguarda feminina a expõe aos mesmos males que sempre afetaram os homems. Este mal quando instalado no ser o afeta a sua maneira: os homens de uma forma e as mulheres de outra. Não estou defendendo que as mulheres não possam serem ativas na sociedade, mas quem ocupará a importante função que elas ocupavam antes?

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