A decadência feminina

Faz algum tempo que estou querendo escrever este post, e as idéias têm se formado dentro mim. Observo muito a sociedade, as pessoas, os comportamentos, como já disse uma vez.
Fui criado com muitas mulheres. Aprendi a admirá-las e a dar-lhes o meu respeito, por poder ver na prática (nada mais convence um homem do que isso) o que são, o que dizem, o valor que tem e o que são capazes de fazer.
Contudo, a gente cresce e um dia depara-se com outras realidades, com a realidade em massa, as mudanças das pessoas em função de não seguirem um norte (a fé). E conforme fui crescendo, e observando, nos últimos anos pude tomar um choque.
A vida fluiu e eu passei a ver moças sentadas no chão com rapazes, com uniformes dos seus colégios. Numa mão cartas de baralho, na outra um copo de pinga. Cigarro aceso ao lado. Eu pensava: “será que essa moça não sabe o valor que ela tem? Estar sentada com caras no chão?? Jogando, bebendo e fumando?” E às vezes a única no meio de um monte de “caras”. Às vezes tarde da noite.
No trabalho, se você tem pelo menos a minha idade, 34 anos, certamente teve muitas colegas mulheres. Eu aprendi com algumas delas! Como aprendi com alguns homens também, naturalmente. Contudo quando você participa do universo feminino moderno um pouco mais de perto, vê coisas que lhe confundem mais do que definem. Vê mulheres apanhando sistematicamente do marido e não querendo denunciá-lo; um extremo. E também sabe de mulher traindo com o chefe, assistindo filme pornô na sala dele e transando enquanto atende o telefone da empresa e anota os recados, talvez o único tempo que tinham para o ato, sem as pessoas desconfiarem, e ainda orgulhando-se da façanha; outro extremo.
E neste meio existem mulheres equilibradas, sensatas; que erram, como o homem também, porém mais coesas.
Temos ainda como ingrediente neste bolo feminino o machismo, subjugando a mulher. Mas a resposta de muitas delas a esse grave problema foi a queda de braço: o feminismo. O feminismo é um câncer à feminilidade. Transforma as adeptas a qualquer coisa, menos mulher. Assim como o machismo não faz o homem ser homem.
Muitas e MUITAS mulheres tem reclamado dizendo que podem fazer tudo o que o homem faz, em uma não crível idéia de emancipação da mulher nestes termos: fazendo o que faz o homem, seja certo ou errado. Muitas tem essa idéia errada de igualdade, sei que não são todas, de verdade. Porém, essas muitas e muitas mulheres não perceberam que com isso as mulheres têm se desfigurado. O problema é que estão olhando errado, para o homem, que ela mesma ajudou a cair no pecado, e não para Deus.
Nem entrarei, ainda, na Palavra do Senhor. O mundo secular tem notado a falência do feminino (no coletivo, não no individual). Certa vez, assistindo a um vídeo de treinamento empresarial, o palestrante disse que “as empresas precisam ficar mais femininas”, brincou ele, mas referindo-se a determinação, compromisso e cumprimento de tarefas e metas das mulheres. Ok, aprendamos com elas. Contudo, no final, o mesmo palestrante fez um alerta: “mulheres, não tentem imitar a nós homens, nós não demos certo”. O grande problema está na questão de imitação, e portanto, descaracterização.
Eu não assisto ao Big Brother Brasil, nem sei quando começa um ou termina outro. Acesso o site da revista Veja e leio vários assuntos, e há poucos dias deparei-me com o seguinte link para um texto: “Para Diogo, ‘as mulheres não estão valendo nada'”. Esse rapaz, do Big Brother disse: “Mulher está igual a homem ou pior. As mulheres não estão valendo nada”, disse. (Acessível em: http://veja.abril.com.br/blog/bbb/bbb11/para-diogo-as-mulheres-nao-estao-valendo-nada/). Leia na íntegra e veja os comentários das pessoas, eles mostram a opinião da sociedade, que já notou que as mulheres estão em situação de causar perplexidade e não mais admiração, em termos morais). As mulheres que agridem o comentário do rapaz (e muitas com picuinhas) é porque fazem coro na prática imoral. Não todas que fazem seu comentário, necessariamente. Para os homens, toda essa situação da decadência feminina está clara – de verdade -, muitas e muitas mulheres hoje estão dignas de pena. Não precisa falar muito, o homem percebe as coisas, morais sobretudo, – inclusive as suas próprias faltas – só que não comenta nada. Se tem dito agora é porque tem chegado a níveis alarmantes.
Antes a mulher reclamava que era usada sexualmente pelo marido. Não estou dizendo que ela não tenha que se manifestar sobre isso, e sobre o seu direito a prazer (lícito, com seu marido), mas hoje ela tem que transar com todos os homens. Virou coletiva. E nunca foi tão explorada pelos homens como hoje, pois trabalham mais na mesma função e ganham menos. Vivem inseguras além do natural. Todos os seus esforços, sem Deus, tem se traduzido em tudo o que está sendo comentado.
É um quadro desanimador. Mulheres: valorizem-se. Mulheres que não estão nessa roda (E O VALOR DE VOCÊS TEM AUMENTADO): ajudem as outras a perceberem o valor que tem. Você são imagem e semelhança de Deus.
Deveria haver um manifesto dos homens: “Mulheres, dêem-se valor moral!”
Igualdade é nas questões sociais e civis. Para isso não há gênero: votar, dirigir, trabalhar, estudar, empreender, candidatar-se, eleger-se… E cada caso é um caso, veja: não quer dizer que todas tenham que fazer tudo isso como obrigação para provar algo, mas sim serem livres. Para questões morais, tanto homem como mulher devem subjugar-se a Deus.
Ontem, indo a Brasília com minha mulher e minha sogra, conversávamos como era bom fazer um passeio e o quanto um carro facilita a vida. Na hora lembrei de duas amigas e irmãs na fé, duas missionárias que não dirigem. Eu dizia em tom veemente: “nessa hora é bom destinar um dinheiro para dar um carro a uma missionária, e carteira de motorista. Hoje as mulheres estão tão emancipadas, que isso precisa ser realidade nas mulheres que servem a Deus, um carro facilitaria E MUITO a vida delas, as visitas, idas às igrejas, a fazer programas de rádio, às missões que se didicam”.
Esse tipo de igualdade social deve ser evidente. Já conversou sobre política ou economia com uma mulher? Eu já, elas tem opiniões a respeito. Sabem do que estão falando. Se não sabiam antes era porque lhes era negado estudo, mas elas tem capacidade, está provado.
Sou a favor de um movimento feminino, onde as mulheres tenham voz, mas não para dominar os homens, ou praticar o que é imoral. Neste tocante, vamos a outro post, a segunda parte deste texto.

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