Guerra dos sexos, ou nos sexos (gêneros)?

Eu sou muito de observar pessoas. Não sei o porquê, mas sou assim, rs.. Vemos as grandes aglomerações urbanas nos Shoppings Centers e predominantemente o público jovem. Vemos as pessoas irem e virem e pensar sobre elas me remete a uma reflexão constante na minha mente. As mudanças dos homens e das mulheres.
Nós mudamos muito até aqui. Esperar o que se tinha de nossos pais é utópico. A revolução feminina causou muitas mudanças. Muitas boas, digna de aplausos. Outras nem tanto. Tenho dúvidas sobre quem sente mais essa mudança, se é o homem ou a mulher. Vou fazer uma reflexão em termos rasos, é só um bloco de rascunho… Mas creio que o homem sente mais, pois ele manteve-se com o perfil esperado há séculos: trabalhar, proteger a família, de vez em quando sair e espairecer a cabeça – a diferença é que em vez de dar uma volta no campo a cavalo e assoviando, ele dá uma volta a pé ou de carro na cidade ouvindo música, rs… E foi criado desde pequeno para tal (em termos gerais, temos casos a parte, no coletivo e individualmente). Já a mulher, não. As mulheres de nossa geração não foram criadas para serem as rainhas do lar em tempo integral, e algumas em nenhum tempo, assim não é possível esperar dela que seja como sempre foi a sociedade. Mas o homem, desligado, não percebeu isso. Minha esposa trabalha, tem o perfil da mulher deste século, não tem ninguém aqui pregando pela bola de ferro no gênero feminino, sai fora! Estamos levando um papo, é a continuidade dessa sempre reflexão.
A idéia é pensar sobre problemas (causas… e eu não estou colocando a culpa na mulher, mas falando sobre as mudanças nos dois gêneros). O que penso e VEJO constantemente, principalmente quem está em contato com casais nas igrejas, é que apenas esta alteração na vida humana – e foram várias neste tempo contemporâneo – já causa grandes problemas de comunicação entre os casais. O homem não acompanhou essa mudança na vida feminina, ele tinha um perfil em sua mente: sua mãe, tias e etc e hoje não se importa com a mulher trabalhar fora, mesmo porque é necessário muitas das vezes; contudo, na cabeça ele ainda não mudou tudo. Ou seja: “legal, ela trabalha fora”, mas ele espera que, afora isso, tudo continue igual às suas referências, ou seja ele pensa que é só um acréscimo, e a vida vai continuar normal, mas na verdade para a mulher ser profissional ela altera todo o cotidiano, logo não será como a referência que o homem tem na cabeça, e isso geram diferenças e conflitos. Você acha que isso não acontece em nossos dias e já foi superado?
(Fonte: http://mulhertrinta.blogspot.com/ Visite esse blog é bem legal)
Eu também arrumo a casa, cuido da louça, cozinho quando precisa, limpo o fogão (ariar aquelas boquinhas dá um trabaaaalho), passo aspirador, estendo roupa… então não estou falando de uma abordagem machista do cara no sofá em frente a TV, que não ajuda a mulher e ela tem que ficar na cozinha (é bom falar porque às vezes só de tocar no assunto as pessoas já apedrejam chamando a gente de machista ou atrasado, rs..), mas o que estou levantando aqui é apenas uma reflexão, acredito que no íntimo, ou no sub-consciente freudiano, existam coisas a serem trabalhadas, mesmo que da boca para fora todo mundo se intitule moderno ou moderna. Acredito que muitos conflitos seriam diminuídos. Não digo só os homens, mas também para as mulheres, dia desses vi ou li uma mulher dizendo que sua avó não acordava de madrugada para pensar “será que estou no caminho certo”?
As mulheres dão show de bola no ambiente de trabalho. Veja, tivemos, minha esposa e eu, dois grandes problemas com o carro, um na compra, e outro na instalação de um acessório, na mesma loja, só que em momentos distintos. Na compra uma mulher entrou na jogada para resolver a situação, e CARAMBA, enfrentou os desafios de frente, deu conta do recado todinho, evitou um prejuízo para a empresa e ganhou o cliente! No segundo problema foram dois homens que cuidaram do caso, foi um desastre, no final jogaram a batata na nossa mão, e para evitar um desgaste no PROCON, negociamos uma solução, mas a forma de conduzir não foi a contento. Elas se dão muito bem no trabalho, mas… e em casa? Será que lá está a contento? Será que há um limite – que não seria por capacidade – mas por papéis dados por Deus? O que diz a Palavra sobre os papéis de cada um? Como fica a questão de lar? Vamos contar que já está superado o seguinte: a Bíblia não tem nada contra a mulher trabalhar; e que o ser humano arrogante não se levante contra isso; a mulher “perfeita” de Provérbios 31 trabalhava, estamos falando de limites e papéis, para o bem e bom desempenho GLOBAL das funções masculinas e femininas (calma, como prometi não estou colocando a culpa na mulher – isto é uma reflexão -, encerrarei falando dos limites e responsabilidades masculinas também). Mas, e ai… cada caso é um caso? Ou há um padrão geral, como fica?
Fica o pensamento. Não temos como ser iguais a outras gerações, somos distintos e aprender com as pessoas é muito importante neste processo. Essa troca é rica principalmente com pessoas que tem buscado a Deus e sua Palavra para lidar com o assunto. Como cristão eu fico com os padrões da Palavra de Deus, que dá a todos – homem e mulher – oportunidades e responsabilidades e a negligência disso, por parte de ambos, é o que tem causado conflitos na minha opinião (lembremos que muitas mulheres mudaram por negligência do cumprimento do papel masculino, isto não fica apagado da reflexão naturalmente, embora não quer dizer que em todos os casos seja isso). Bom, tem papo ainda para outros posts… 
É isso ai, valeu!

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